O corredor não tem pôster de breakthrough. Tem cronograma de replicação colado com fita, datas riscadas, um café que já passou do ponto.
A aposta é simples de escrever e cara de executar: só se fala em descoberta depois que outra pessoa, noutro lugar, chega no mesmo número.
Isso atrasa currículo. Acelera confiança. O dilema não é romântico; é orçamento, bolsa, prazo de agência.
Ainda assim o grupo insiste que o jornalismo científico deveria tratar a replicação como notícia, não como nota de rodapé.