A cidade dorme em camadas. Quem sai às cinco da manhã já conhecia isso. Quem entra no Zoom às 23h ainda finge que é flexibilidade.

Escola, ônibus e posto de saúde continuam no horário de quem pode dormir de noite. O resto improvisa.

Não há vilão único. Há um descompasso que já virou hábito, e hábito ruim se disfarça de modernidade.